“O Contrato” nasceu de uma pergunta: até onde estaria uma pessoa disposta a ir para deixar de sentir dor?
A curta imagina uma inteligência artificial capaz de oferecer ao ser humano uma fuga ao sofrimento através da transferência da sua consciência. Mas é, acima de tudo, uma metáfora sobre as escolhas que fazemos quando queremos escapar àquilo que nos magoa sem medir o preço que teremos de pagar.
O filme foi realizado sem equipa, sem estúdio e sem orçamento: Messias filmou sozinho, em casa, com o seu telemóvel, assumindo a realização, a fotografia e a montagem. “O Contrato” é a prova de que uma ideia forte não precisa de esperar por condições ideais para existir.